Aparelho de TV com rede social está a caminho

Depois de se firmar nas telas de computadores e smartphones, o próximo passo do Google pode ser rumo às televisões. Segundo matéria pulicada pelo jornal The New York Times, a empresa se uniu à Intel e à Sony para desenvolver uma nova classe de televisores equipados com internet, o Google TV.

A ideia é tornar mais rica a experiência de navegar na internet pela televisão, incorporando diversos aplicativos da web aos televisores. Hoje já existem TVs com conexão à internet, mas a navegação ainda é limitada.

De acordo com o NYT, a televisão utiliza Android, sistema operacional desenvolvido pelo Google para smartphones. Já a parte de hardware contará com microprocessadores da Intel, e a Sony, como se pode imaginar, entrará na parceria com os televisores.

Outra empresa que pode participar do desenvolvimento do Google TV é a Logitech, que ficaria responsável pela criação do controle remoto e de outros periféricos. A novidade seria um pequeno teclado para controlar o aparelho.

Redes sociais

O objetivo do projeto é criar um novo padrão na maneira de ver TV. O espectador poderia, por exemplo, buscar informações na internet enquanto vê um programa.

Um dos grandes trunfos do Google TV, porém, é a incorporação de aplicativos da web aos televisores. Entre os aplicativos estão redes sociais, como Twitter, Facebook e Orkut, e sites de fotos, como o Picasa.

Outra possibilidade é montar a própria programação a partir de vídeos do YouTube. Além disso, será possível fazer compras e downloads.

Nenhuma das três empresas confirmou a novidade, mas o projeto está sendo desenvolvido há alguns meses, segundo o NYT. A expectativa é de que o Google faça o anúncio oficial durante uma conferência em maio.

Fontes: Jornal Destak SP e NY Times

Um abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

Computerworld: Três ferramentas para melhorar a colaboração na empresa.

Conheça serviços que complementam o SharePoint: um de transferência de arquivos, um de live meeting e sistema de mensagens instantâneas e microblog.

Matéria publicada na Computerworld. Vale a pena conferir!

Um Abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves

Palestra discutirá os principais erros cometidos nas redes sociais

Hoje acontecerá a palestra “Os 7 Pecados Capitais das Redes Sociais” em SP. Aos que tenham interesse, segue mais informações.

 O diretor de vendas e negócios da Accenture e professor da BSP, Mario Faria, ministra a palestra “Os 7 Pecados Capitais das Redes Sociais” na  Business School São Paulo às 19h30, na capital paulista.

Detalhes
Palestra “Os 7 Pecados Capitais das Redes Sociais”
24 de fevereiro / 19h30
Rua Jaceru, 247 – 8º andar (Região da Berrini)
Inscrições gratuitas

Nos vemos lá!!!

Um abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

Redes Sociais + Colaboração: Encontre respostas através do Aardvark

Precisando de respostas para suas dúvidas cruéis? Solicite ajuda ao Aardvark.

    
O Aardvark é um serviço (motor) de busca que retorna respostas aos seus questionamentos através de busca em redes sociais, instant messaging e, segundo o próprio site, no IPhone. A sua utilização é bem simples, pois, você publica sua dúvida e ele encaminha para quem está melhor qualificado para responder a respeito do assunto abordado. Em alguns minutos (segundo o site) você terá sua resposta.

Eu efeuei alguns testes e em 70% das perguntas, realmente a resposta foi rápida. Demorou em média 20 minutos, porém, algumas questões técnicas ainda estão sem reposta depois de 1 dia… Ainda tenho esperança… 🙂
A solução é bem interessante, talvez seja uma idéia útil em sua extranet com tecnologia web 2.0…

   
Site: www.vark.com
Proprietário: Google (Adquiriu o site em 12 de Fevereiro de 2010)

Redes sociais: As novas Cataratas do Niagara???

Bom… Com este título, você deve estar pensando que fiquei maluco. Talvez, por enquanto, esteja apenas a caminho, mas, vamos lá… 

                Pensei no título acima após refletir a respeito do exagero que existe por parte de muitos no sentido de utilizar as redes sociais apenas como instrumento de marketing, seja no âmbito dos negócios ou mesmo para trabalhar seu marketing pessoal. Acredito que este comportamento seja até natural, pois, desde os primórdios o homem tem feito muita coisa para aparecer, como descer as Cataratas do Niágara num barril para obter fama, submeter-se a reality shows que mais parecem um circo de horrores e mais recentemente tomando atitudes nas redes sociais que vem chamando a atenção como, famosos – ou desconhecidos – oferecendo “prêmios” para seus seguidores, ou ainda aqueles que passam o dia “twittando” e esquecem de produzir algum conteúdo interessante, apenas com o duvidoso objetivo de estar em evidência.

                 A idéia hoje é chamar atenção para o potencial que as redes sociais têm para agregar valor e conhecimento a todos nós, e temos ótimos exemplos como o LinkedIn, PatientsLikeMe, Banco de Saúde e outras muitas redes sociais segmentadas ou grupos de discussão, onde realmente é possível obter conteúdo de qualidade, com objetivos claros que não sejam a publicação de um monte de bobagens apenas para divulgar um produto / empresa ou pessoa “sem conteúdo”. Ressalto a importância da análise destas redes de maneira abrangente, visualizando o potencial para produzir algo satisfatório como uma base de conhecimento para sua empresa ou ainda para a manutenção da memória institucional desta.

                 Para finalizar a idéia, minha sugestão, para os que têm algum interesse no assunto, é esquecer os modismos – atualmente as redes sociais estão excessivamente relacionadas ao marketing – e pensar em meios de utilizar as redes sociais de forma produtiva, trazendo algum ganho intelectual, social ou institucional que vá além dessa moda “marqueteira”. Considero o marketing fundamental, porém devemos nos lembrar de utilizá-lo de maneira ética e inteligente. O mesmo pensamento aplica-se ao Twitter – o qual citei neste POST. Utilize-o com parcimônia e inteligência.

PS.: Uma pausa para descontração… Se você quiser conhecer um pouco mais a respeito das pessoas que desceram as cataras no barril (Se você assistiu ou assiste ao desenho animado do pica-pau já deve ter visto isto!) clique aqui ou procure pela história de Bobby Leach, um dos pioneiros da façanha (mais precisamente, o segundo maluco a fazer isto).

Exercite a Colaboração na Web!
Um grande abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves

Ciclo de vida da adoção da tecnologia e inovação

Hoje apresento uma breve abordagem a respeito do ciclo de vida na adoção da tecnologia e inovações. Como um dos objetivos deste blog é abordar inovação, vejamos como isso acontece segundo o modelo de Joe M. Bohlen, George M. Beal and Everett M. Rogers da Iowa State College (Este ciclo originalmente foi desenvolvido e testado com fazendeiros e tratava-se da adoção de padrões de sementes / milho). Após este modelo, surgiram outros, que são adaptações, porém, mantendo a base da teoria inicial.

De acordo com os autores (primeiro ciclo publicado e demais adaptações) o ciclo é dividido em 5 categorias / classes, conforme apresentadas a seguir (Vou utilizar os termos originais em inglês).

1) innovators: os primeiros indivíduos a adotarem a tecnologia. São pessoas que estão dispostas a correr riscos, na maioria jovens de classes socias privilegiadas, com conhecimentos / habilidades financeiras, acesso a recursos científicos e contato com outros inovadores.

2) early adopters: estes indivíduos são grandes formadores de opinião – comparando-os com as categorias a seguir -, além de terem características parecidas com a anterior (innovators) como a juventude, conhecimentos financeiros, ótimas condições sociais e financeira. Também possuem mais probabilidade e capacidade de ascender socialmente do que as categorias a seguir.

3) early majority: indivíduos um pouco mais conservadores, porém abertos a novas idéias. Normalmente demoram um tempo maior para adotar novas tecnologias comparando-os com os “early adopters”. Outras características são a ascenção social menor, conhecimentos / habilidades financeiros mais limitados e capacidade de formar opiniões também mais limitadas.

4) late majority: estes são indivíduos conservadores / céticos em relação as inovações e novas tecnologias e começam a utilizá-las após a maioria das outras pessoas já estarem em plena utilização das inovações. Geralmente pertencem a classes sociais menos privilegiadas, tem pouca habilidade financeira e quase nenhum poder de formação de opinião.

5) laggards: obviamente este são os últimos a aderirem as inovações tecnológicas. Geralmente são indivíduos com aversão a mudanças e inovações, com idade um pouco maior que os demais, além de pertencerem a classes sociais mais baixas e possuírem menor nível de educação e cultura.

     Tente fazer um exercício de autoconhecimento e analisar em qual categoria você mais se identifica. A partir desta percepção é possível saber, por exemplo, quanl é o melhor momento para que você – ou sua empresa – passe a adotar uma nova tecnologia. Lembre-se que estar nas primeiras categorias significa correr riscos – inclusive financeiro – e que você irá necessitar de profissionais bem qualificados para auxiliá-lo neste processo. Tente ficar atento também para não ficar totalmente para trás, com medo excessivo e imóvel em relação às novas tecnologias.

Boa sorte e
Um abraço!!!
Antonio Ricardo Gonçalves

Conceito e utilização do Microsoft SharePoint

Estive acompanhando as estatísticas do blog – através do painel do WordPress – e percebi que existe uma procura grande a respeito de assuntos relacionados ao Microsoft SharePoint. Recomendo aos interessados no assunto que acessem a nova série de publicações que estou redigindo, acessando minhas publicações mais recentes.
Exemplo http://wp.me/pHEPe-72 ou diretamente na Página Principal do meu BLOG antonioricardo.org.

Grande Abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

IDG Now: Redes sociais nas empresas, por Patricia Peck

Recomendo a leitura do artigo “Redes sociais nas empresas” publicado pela Dra. Patricia Peck no IDG Now.

Como advogada, tem uma visão muito interessante do ponto de vista legal da presença das empresas em redes sociais.

Sobre a autora:
A Dra. Patricia Peck Pinheiro é advogada especialista em Direito Digital, sócia fundadora da Patricia Peck Pinheiro Advogados, autora do livro “Direito Digital” 3ª. Edição e coautora do áudio livro “Direito Digital no dia-a-dia Tudo o que você deve ouvir sobre Direito Digital”, ambos publicados pela Editora Saraiva.

Dois caminhos para redes sociais corporativas em 2010

            Muito temos falado – e ouvido – nos últimos meses na expansão das redes sociais corporativas em 2010. Aproveitando a onda, vamos entender um pouquinho a respeito da principal bifurcação que podemos encontrar quando trabalhamos com as redes sociais corporativas.

            O primeiro caminho que podemos tomar é a utilização das redes sociais corporativas internamente, ou seja, como ferramenta de auxílio a integração interna entre colaboradores e departamentos, em objetivos de disseminação de cultura da empresa através de um departamento como o RH, parceiros de negócios entre outros infinitos objetivos. Lembre-se que – como já comentado em postagens anteriores – a rede social de sua empresa deverá ser moldada de acordo com as características (perfil, cultura etc.) de cada empresa ou departamentos envolvidos.

            Outra maneira é ter uma rede social personalizada na Internet com o objetivo de divulgar seus produtos ou serviços, sua marca entre outras informações que você acredite agregar valor a empresa. Neste tipo de rede é possível manter um contato mais próximo com consumidores (ou potenciais consumidores) e desenvolver de maneira mais eficiente e eficaz seus produtos e serviços, através de opiniões externas e troca de experiências com os participantes de sua rede. Neste caso, principalmente, esteja preparado e aberto para escutar as críticas e planeje muito bem um canal para atender aos clientes não satisfeitos, pois, em minha opinião, pior do que não ouvir os clientes é criar um canal de comunicação (neste caso uma rede social) e não saber como tratar as críticas, transparecendo a imagem de descaso e/ou incompetência.

            Sendo assim, se você não sabe por onde começar procure entender os caminhos e criar oportunidades em cada um deles. Com certeza esses caminhos irão se encontrar futuramente – talvez ainda na fase de planejamento -, porém, você já terá criado estratégias para atender suas necessidades internas e externas e conseguirá tratar as convergências em suas redes sociais de forma objetiva.

Um abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

Rede(s) Social(is) Corporativa(s): Monte a sua!

            Muitos justificam a não utilização das redes sociais corporativas sob a ótica de que estas prejudicam a produtividade. E qual o motivo desta visão ERRÔNEA a respeito destas redes? Bom, a maioria confunde redes sociais com produtos / soluções como Orkut, Facebook, TWitter etc. e, se tomarmos como base estes serviços realmente a produtividade tente a cair, pois, muitas pessoas perdem o foco no trabalho para ficarem, por exemplo, publicando fotos pessoais, “”retwittando” bobagens e assim por diante.

            Você pode criar sua rede social corporativa, com infinitos objetivos como criar grupos de discussão técnica ou gerencial, conectar pessoas geograficamente dispersas melhorando a interação e o trabalho em equipe, difundir a cultura da empresa, idéias, atitudes e uma infinidade de outros recursos. O que deve se perceber é que as redes sociais corporativas podem ser SIM ferramentas de melhoria de produtividade, geração de idéias e não apenas um local onde as pessoas passam o tempo filosofando e contando a vida de seus animais de estimação.

            Uma ótima sugestão para iniciar nesse mundo em sua empresa é criar WIKIs departamentais e estimular os colaboradores a compartilharem com seus conhecimentos a respeitos de processos cotidianos, divulgando informações que são geralmente anotadas em rascunhos, coladas em monitor de computador… Crie uma base de dados de conhecimento de processos, mesmo que sejam pequenos ou ainda aqueles que estão em prática informalmente mas são vitais para o dia-a-dia da empresa. É uma forma de mudar a cultura de manter as informações individualmente e passar a enxergar estas informações como patrimônio, ou mesmo, uma vantagem competitiva para sua empresa. Será que você já ouviu falar em alguma empresa onde um funcionário saiu de férias ou foi demitido e algum processo parou?! Espero que não.

Um grande abraço!!!