Gostei deste artigo de um colega canadense e decidi “mandar um reblog” nele!
Boa leitura!!!

Cloud Computing Best Practices

A headline theme for our next webinar will be ‘Microsoft Private Cloud 2.0’.

Private Cloud Application Platform

Two years ago I described an upcoming market that I initially defined as the Private Cloud Application Platform.

Recently Microsoft began prosecuting this space with their PCSS initiative, the Private Cloud Solutions Suite, bringing together a partner group that enables the PCAP I described, wrapping lots of value around the core MS suite of Hyper-V and System Centre.

This really starts to get the right ingredients for the real secret sauce to the Private Cloud story.

As we have all gathered, simply implementing yet more virtualization is hardly a new story for the enterprise data-centre so instead to really make it cook we need a full implementation of all aspects of the Cloud, internally, in particular both PaaS and SaaS – Platform and Software as a Service.

This combination of additional capabilities…

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SharePoint: Aplicativo ou Plataforma? Resposta: Ambos

Na minha opinião, o que torna o SharePoint 2010 muito interessante é a questão apresentada no título deste artigo, ou seja, ser uma solução com abrangência e possibilidades imensas.

Vou explicar a seguir minha visão sobre o que considero Aplicação SharePoint e Plataforma SharePoint.

1. Aplicação SharePoint: Desta perspectiva, o SharePoint lhe oferece soluções de colaboração prontas para usar, ou seja, você pode instalar o SharePoint 2010 e já configurar para que seja seu site de intranet com todos os recursos de colaboração e computação social que já vem desenvolvidos pela Microsoft. Como exemplo temos os sites de equipes, perfis pessoais para uma rede social, bibliotecas etc.

2. Plataforma SharePoint: Pensando nesta segunda perspectiva, é possível – principalmente através do .NET – desenvolver diversos tipos de soluções utilizando várias combinações da Plataforma SharePoint 2010 com recursos .NET, IIS 7.5, Armazenamento de dados distribuidos e inúmeros recursos que podem ser agregados de acordo com seus requisitos de negócio. Como exemplo, temos sistemas auxiliares na tomada de decisões, que podem, através de dados extraídos em um determinado processo de produção, fornecer informações para que sejam tomadas decisões estratégicas na produção de um produto. Tais informações podem ser apresentadas de inúmeras formas, como gráficos e podem ser acessadas em qualquer local ou dispositivo, já que estamos tratando de um ambiente web. Também podemos utilizar os mesmos dados, para que o próprio sistema determine quais caminhos tomar e apenas informar os profissionais envolvidos no proceso.

Resumidamente podemos definir o SharePoint 2010 como uma solução imensamente flexível e aplicável em qualquer tamanho de empresa e/ou segmento de negócio  e que é possível se expandir ou contrair de acordo com a necessidade da empresa.

Um grande abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves

SharePoint no comando da colaboração

Continuando a série sobre Colaboração com SharePoint, vou abordar mais alguns pontos que considero um pouco confusos em relação a algumas funcionalidades.

No meu ponto de vista, existe certa dificuldade no entendimento do que é possível criar com o SharePoint, e esta visão destorcida pode ter sido criada a partir do ponto de vista errado de muitos profissionais que abordam o SharePoint como um gerenciador de arquivos com controle de versionamento, que pode substituir Servidores de Arquivos. Esta funcionalidade está disponível, porém não representa 0,1 % do que o SharePoint oferece.

Para facilitar o entendimento, devemos pensar no SharePoint como uma Plataforma para Desenvolvimento de Aplicações Web e que esta solução já vem com algumas aplicações desenvolvidas e prontas para uso, como é o caso da aplicação que permite o compartilhamento de arquivos, conforme citei acima, porém, você pode ir muito, mas muito mais além disto.

Com o SharePoint,você pode integrar vários tipos de sistemas, utilizando as características de computação social / colaboração com sistemas já existentes, sendo possível utilizar estas informações transportadas para o SharePoint de várias maneiras. Você pode ter seu sistema de Business Intelligence (B.I.) com as informações obtidas de outras fontes (Como citei no artigo anterior, você pode unir a Tecnologia da Informação com a Tecnologia Operacional).

Outra característica do SharePoint é a facilidade de integração com outros produtos da Microsoft. É possível, por exemplo, enviar e receber e-mails com o SharePoint integrado ao Exchange Server (Servidor de emails da Microsoft), o que facilita a entrega de um relatório para um parceiro de negócio ou uma área da empresa de forma automatizada. Também é possível integrar o SharePoint ao Office, sendo possível criar fluxos de trabalho, dos mais simples aos mais complexos. E podemos ir bem além…

Concluindo e resumindo estte artigo, o SharePoint é uma plataforma completa para desenvolvimento de soluções web, principalmente quando se necessita funcionalidades de colaboração ou computação social.

A série continua… 😀

Um grande abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves

Salesforce vai as compras novamente!

Desta vez a Salesforce foi às compras e está fortalecendo a colaboração em seus serviços online. No último dia 6 de janeiro de 2011 foi anunciada a compra da empresa DimDim pela Salesforce pelo valor de US$ 31 mi.

A DimDim desenvolveu uma plataforma de colaboração com recursos de mensagens, compartilhamento de telas, chat entre outras funcionalidades de colaboração, que chamaram a atenção de Salesforce, que até então não possuia um serviço com a mesma qualidade da DimDim para oferecer juntos com seus serviços em nuvem.

Se você se interessa pelos assuntos deste blog vale a pena passar pelos sites da Salesforce e da DimDim para entender na prática o que é tirar proveito dos conceitos da Web 2.0 e dos recursos de Colaboração pela Web. Você também irá perceber outro conceito que tenho abordado: Cloud Computing. A Salesforce está literalmente nas nuvens.

Salesforce: http://www.salesforce.com/
DimDim: http://www.dimdim.com/

Um grande abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

Redes sociais corporativas: três dicas para adoção do modelo (COMPUTERWORLD)

Unisys relata as principais lições aprendidas com o projeto de implementação de uma ferramenta colaborativa para uso dos funcionários.

A empresa de serviços de TI Unisys está tentando entregar a seus funcionários mais funcionalidades colaborativas, a partir da criação de blogs, microblogs, comunidades na internet, além do compartilhamento de conteúdo.

O pensamento da Unisys, assim como de outras grandes corporações – como o caso da indústria de eletroeletrônicos Sony, da companhia canadense de telecomunicações Telus e da consultoria Accenture -, é o de que as redes sociais são excelentes para a comunicação, mas acabam também se convertendo em benefícios para os negócios.

Ainda, no entanto, muitas empresas têm uma mesma dúvida: qual a melhor forma de implementar essas ferramentas? Estimular os usuários a acessarem esses ambientes não é um problema, já que a maioria das pessoas está acostumada com Twitter e Facebook. Mas ter uma política adequada de uso é a parte difícil e depende do respaldo do principal executivo das organizações.

A Unisys migrou para o SharePoint 2010 no meio deste ano, vislumbrando o uso de ferramentas para criar uma rede social corporativa. O objetivo era usar as páginas de perfil MySites para criar uma espécie de Facebook.

Para a Unisys, contudo, esse conjunto de ferramentas não funcionou e as redes sociais internas ficaram estagnadas. Por esse motivo, a empresa contratou um sistema fornecido pela companhia norte-americana NewsGator para dar mais vida às soluções do SharePoint.

Além disso, resolveu criar uma política formal, antes que os usuários começassem a utilizar os recursos para relacionamento com o mercado.

A seguir, confira três lições que o departamento de TI da Unisys tirou da estratégia de adoção das redes sociais corporativas.

1. Traga o CEO para o centro das discussões
Independentemente da plataforma tecnológica, o principal segredo para uma estratégia bem-sucedida é contar com o apoio da presidência da empresa. Segundo o diretor de aplicações de TI da Unisys, John Knab, o CEO da companhia, Ed Coleman, estava muito ligado às redes sociais e foi um dos maiores entusiastas do projeto.

Uma das primeiras coisas que o CEO fez foi identificar os pontos fortes da empresa e criar comunidades para as pessoas de todas as unidades de negócio ajudarem a criar ideias acerca desses pontos. A filosofia foi expandida com o uso do SharePoint 2010 e do Social Sites, criado pela NewsGator. “O CEO e os vice-presidentes estão usando todas as ferramentas ativamente. Isso dá exemplo aos funcionário, que sentem-se impelidos a segui-los”, destaca Knab.

2. Faça pesquisas e workshops
Para planejar o projeto, a Unisys fez, durante um ano, estudos sobre relacionamento nas redes sociais, além de realizar entrevistas com executivos seniores e outros funcionários. O departamento de TI compilou toda a informação obtida e, por meio das informações, criou uma força tarefa para endereçar diversos pontos que deveriam ser abordados pela nova ferramenta.

O trabalhou resultou ainda em um workshop de dois dias sobre como usar a ferramenta Social Sites dentro do SharePoint, para ter a certeza que a visão dos principais executivos e gerentes estivesse sincronizada com a de todos os funcionários.

3. Uso de multimídia deixa tudo mais divertido
No mês passado, a Unisys organizou o dia da fotografia para todos os seus escritórios ao redor do mundo. As imagens foram colocadas na rede social MySites. No entanto, a empresa tem planos de expandir as ações, a partir do uso de vídeos para comunicar e educar os funcionários. “Temos uma base de usuários mais velhos, que estão acostumados a um jeito determinado de trabalhar. O uso de multimídia ajuda a empolgar esse público para as novidades”, diz Knab.

Todos Gostamos de Republicar (via WordPress.com em Português)

Será que o Twitter vai ser engolido pelos outros serviços??? Aqui já tem como “retwittar”!!!
Só espero que não limitem o número de caracteres dos meus POSTs!!! Isso NÃÃÃÃOOO!!!

Todos Gostamos de Republicar Já lhe aconteceu gostar tanto de um post noutro blog que deseja partilhá-lo com os leitores do seu próprio blog? De certeza que copia e cola o link ou talvez só parte do texto, acrescentando os seus próprios comentários, mas sabemos que não é uma experiência confortável. Quisemos mudar a maneira com que outros posts são partilhados com os seus leitores, para facilitar a criação de um novo post no seu blog. Hoje apresentamos a opção “Gosto” e “Rep … Read More

via WordPress.com em Português

Gerenciamento de Redes Sociais com SharePoint

Conheça as possibilidades de gerenciamento de redes sociais utilizando o Microsoft Office SharePoint Server 2007. Acesse o White Paper a seguir no site da Microsoft.
http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc262436(office.12).aspx

Um abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

Three Dangerous Social Media Misconceptions | CIO – Blogs and Discussion

Three Dangerous Social Media Misconceptions | CIO – Blogs and Discussion

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CIO Magazine: 4 etapas para a gestão de redes sociais nas empresas

Levantamento indica que ambientes colaborativos são utilizados de forma produtiva pelos funcionários contanto que sejam bem gerenciados.

A simples menção ao termo rede social assusta a maior parte dos CIOs. Eles atrelam o tema à possibilidade de divulgação indevida dos dados, problemas de privacidade e queda de produtividade das equipes. A questão é que não há mais como negar a existência desses ambientes colaborativos nas empresas e eles podem trazer ganhos para as organizações.

Ao contrário do que alguns departamentos de TI defendem, boa parte dos funcionários tem usado, sim, as redes sociais de forma positiva, segundo recente estudo da consultoria Forrester Research. No relatório, as três razões mais citadas para que as pessoas acessem esses ambientes são: manter-se atualizado com as notícias, procurar ideias que ajudem no trabalho e colher informações também relacionadas às necessidades profissionais.

Diante dessa constatação de que as rede sociais podem representar algo positivo, a Forrester aconselha os CIOs a posicionar a TI como líder da estratégia de como a corporação deve lidar com esses ambientes. “Existe uma percepção de que ‘social’ é algo de marketing e a TI não deveria se envolver”, analisa a vice-presidente e principal analista da consultoria, Nigel Fenwick. Ele defende que, na realidade os dois departamentos (tecnologia e marketing) precisam trabalhar em conjunto para obter sucesso.

Sobre a participação do CIO no processo, a Forrester afirma que ele deveria servir como um orientador e um facilitador para  os profissionais. Mas para serem bem-sucedidos nesse caminho precisam seguir quatro passos:

1.    Entender as pessoas para engajá-las. Os gestores de TI precisam analisar como os profissionais agem nas redes sociais. De forma geral, a Forrester aponta para a existência de três perfis de usuários: os espectadores (que mantêm blogs ou acessam páginas para baixar vídeos ou áudios), participantes (que têm perfis nas redes sociais), críticos (que reagem a conteúdos online, com comentários e análises) e ‘conversadores’ (pessoas usuárias do microblog Twitter).

2.    Defina os objetivos. A consultoria cita que se multiplicam os casos de empresas que conseguem ter sucesso em ações nas redes sociais, graças à capacidade de atingir muitas pessoas ao mesmo tempo. Mas para ter sucesso, as iniciativas nesses ambientes precisam  estar ligadas à inovação, como criar um vídeo para encorajar os profissionais; à colaboração, com projetos nos quais as pessoas podem trocar ideias, opiniões e compartilhar documentos; à suporte, com comunidades nas quais os funcionários podem colocar perguntas e respostas; ao aprendizado, para compartilhar conhecimentos; ou ao armazenamento, transformando as redes sociais em um repositório de informações.

3.    Desenvolvimento e implementação. A partir do objetivo de negócio e da determinação de como atingi-lo, a estratégia para as redes sociais deveria se voltar para a questão de como isso pode mudar o relacionamento das pessoas nesses ecossistemas. Em outras palavras, a Forrester afirma que a preocupação precisa ser com a reação dos usuários e não com a tecnologia.

Para isso, o CIO precisa responder a algumas questões: como a iniciativa será comunicada para os profissionais? Qual será o apoio para os membros se encontrarem e ficarem conectados? Como estimular as pessoas a contribuir? De que forma os profissionais serão autorizados a criar conteúdos e colaborar entre si?

Também nessa etapa devem ser consideradas as formas de mensurar o sucesso das iniciativas, seja a partir do aumento da produtividade, conquista de novos clientes ou da redução de custos, por exemplo.

4.    Selecionar as tecnologias apropriadas. Além de descobrir as plataformas mais adequadas, nessa etapa o CIO precisa também estar preocupado em implementar políticas de acesso às redes sociais, com normas sobre quais profissionais estão autorizados a entrar nesses ambientes e qual a postura aceitável.

Fonte: CIO Magazine
Matéria original: http://www.cio.com/article/589166/Four_Steps_to_Success_for_Enterprise_Social_Media

Um Abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

CBC News – World – How social media is changing the aid business

Esta publicação foi feita através do site da CBC News, utilizando uma das facilidades da WEB 2.0! 

Clique no LINK abaixo para ler a matéria!
CBC News – World – How social media is changing the aid business.

Um abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves