NY Times: Redes Sociais auxiliam pacientes com problemas crônicos de saúde

O New York Times publicou ontem (24/03/2010) uma matéria bem interessante a respeito da utilização de redes sociais segmentadas no auxílio a pacientes com doenças crônicas.

Já publiquei algo sobre este assunto anteriormente e a matéria complementa aspectos abordados e disponibiliza uma lista com redes sociais segmentadas com este objetivo (apoiar a saúde pública).

Acesse cliando AQUI ou no seguinte link:
http://www.nytimes.com/2010/03/25/technology/25disable.html?ref=technology BOA LEITURA !!!

Um abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

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Fique saudável e em forma com auxílio das redes sociais segmentadas

Para exemplificar a teoria e os conceitos discutidos no blog, hoje, quero compartilhar duas redes sociais segmentadas na área de saúde.

A primeira é a PatientsLikeMe, onde é possível que pacientes com doenças – crônicas ou não – podem trocar informações com outros pacientes na mesma situação e também com médicos que participam da rede. Esta rede conta atualmente com aproximadamente 45.000 associados.

Outro bom exemplo – principalmente para quem quer entrar em forma – é a rede SparkPeople, onde é possível ter acesso a um conteúdo vasto sobre vida saudável e prática de exercícios. Também há conteúdo voltado para alimentação, reeducação alimentar, dietas etc. Além desta rede a empresa conta com algumas outras bem segmentadas como é o caso da Babyfit, direcionada para grávidas que desejam também uma vida saudável.

Vale muito a pena passar por algumas destas redes para entender como é possível desenvolver conteúdos que agregam valor a marcas e também aos usuários deste tipo de rede segmentada.

Um abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

A colaboração aliada à saúde pública: Salvando vidas.

Hoje decidi que a publicação, além de técnica, deveria ter relacionamento com temas de interesse público e político, com o objetivo de compartilhar a visão de que os assuntos do blog (Colaboração e Redes Sociais) realmente são aplicáveis na prática e não são apenas filosofias (Nada contra os filósofos… rs).

Então vamos lá… Falar a respeito de outra função nobre que a colaboração online pode exercer é a de contribuir com informações que possam salvar vidas.

Este objetivo pode ser colocado em prática através de redes que mantenham informações sobre grupos de doadores / receptores de órgãos, pessoas com problemas crônicos de saúde e que precisem de tratamento e/ou medicamentos periódicos. Um grupo de excelentes patrocinadores para um projeto desta natureza seriam os órgãos governamentais, sejam eles em âmbito regional ou nacional.

Um exemplo que pode ser aplicado em nosso dia-a-dia em todas as regiões do país é a questão da distribuição de medicamentos (Péssima, não é?!). Todos sabemos que muitos medicamentos nunca são entregues aos pacientes, devido a muitos fatores relacionados à má gestão de sistema de distribuição, e se o governo federal, por exemplo, tomasse uma atitude simples de implementar um sistema de controle de seus estoques de medicamentos, aliado a outros sistemas regionais (prefeituras, estados, secretarias de saúde, hospitais) que armazenassem informações sobre pacientes com doenças crônicas e quais os tipos de medicamentos este pacientes necessitam, haveria uma distribuição e um controle logístico desta distribuição de maneira eficaz e ECONÔMICA. Muitos medicamentos que atualmente ficam estocados de maneira adequada, no local errado (região, cidade, hospital) e terminam com o prazo de validade expirado, poderiam ser entregues diretamente na casa de um cidadão com algum problema crônico, através dos Correios por exemplo.

Outro recurso muitíssimo interessante para o exemplo acima, seria criar um fluxo onde todos os envolvidos (fornecedor do medicamento, médico e paciente) tenham contato direto e possa haver um acompanhamento por qualquer um dos envolvidos, ou seja, o paciente poderia cobrar o fornecedor em caso de atraso, o médico ficaria mais próximo ao paciente (mantendo o seu histórico / prontuário) e assim por diante. Desta maneira o processo seria muito transparente e as possíveis falhas poderiam ser detectadas mais facilmente.

É óbvio que para algo assim acontecer, barreiras políticas, administrativas, técnicas e culturais precisam ser ultrapassadas além de muito planejamento / ações, porém, a idéia é que compartilhando as ações, informações e as responsabilidades, por exemplo, é possível diminuir o custo operacional de um sistema – de saúde – que é vital para a população e que desperdiça milhares de reais por ano, por conta da falta de iniciativas, interesses políticos e má gestão entre outros que todos nós conhecemos.

Mudar para melhor é sempre possível e interessante. Mas é preciso ao menos de iniciativa, planejamento e esforço. Algo que parece em escassez em nosso poder público.

Um grande abraço e
(Aproveitando o clima)
Um ótimo NATAL a todos!
Antonio Ricardo Gonçalves