Three Dangerous Social Media Misconceptions | CIO – Blogs and Discussion

Three Dangerous Social Media Misconceptions | CIO – Blogs and Discussion

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CIO Magazine: 4 etapas para a gestão de redes sociais nas empresas

Levantamento indica que ambientes colaborativos são utilizados de forma produtiva pelos funcionários contanto que sejam bem gerenciados.

A simples menção ao termo rede social assusta a maior parte dos CIOs. Eles atrelam o tema à possibilidade de divulgação indevida dos dados, problemas de privacidade e queda de produtividade das equipes. A questão é que não há mais como negar a existência desses ambientes colaborativos nas empresas e eles podem trazer ganhos para as organizações.

Ao contrário do que alguns departamentos de TI defendem, boa parte dos funcionários tem usado, sim, as redes sociais de forma positiva, segundo recente estudo da consultoria Forrester Research. No relatório, as três razões mais citadas para que as pessoas acessem esses ambientes são: manter-se atualizado com as notícias, procurar ideias que ajudem no trabalho e colher informações também relacionadas às necessidades profissionais.

Diante dessa constatação de que as rede sociais podem representar algo positivo, a Forrester aconselha os CIOs a posicionar a TI como líder da estratégia de como a corporação deve lidar com esses ambientes. “Existe uma percepção de que ‘social’ é algo de marketing e a TI não deveria se envolver”, analisa a vice-presidente e principal analista da consultoria, Nigel Fenwick. Ele defende que, na realidade os dois departamentos (tecnologia e marketing) precisam trabalhar em conjunto para obter sucesso.

Sobre a participação do CIO no processo, a Forrester afirma que ele deveria servir como um orientador e um facilitador para  os profissionais. Mas para serem bem-sucedidos nesse caminho precisam seguir quatro passos:

1.    Entender as pessoas para engajá-las. Os gestores de TI precisam analisar como os profissionais agem nas redes sociais. De forma geral, a Forrester aponta para a existência de três perfis de usuários: os espectadores (que mantêm blogs ou acessam páginas para baixar vídeos ou áudios), participantes (que têm perfis nas redes sociais), críticos (que reagem a conteúdos online, com comentários e análises) e ‘conversadores’ (pessoas usuárias do microblog Twitter).

2.    Defina os objetivos. A consultoria cita que se multiplicam os casos de empresas que conseguem ter sucesso em ações nas redes sociais, graças à capacidade de atingir muitas pessoas ao mesmo tempo. Mas para ter sucesso, as iniciativas nesses ambientes precisam  estar ligadas à inovação, como criar um vídeo para encorajar os profissionais; à colaboração, com projetos nos quais as pessoas podem trocar ideias, opiniões e compartilhar documentos; à suporte, com comunidades nas quais os funcionários podem colocar perguntas e respostas; ao aprendizado, para compartilhar conhecimentos; ou ao armazenamento, transformando as redes sociais em um repositório de informações.

3.    Desenvolvimento e implementação. A partir do objetivo de negócio e da determinação de como atingi-lo, a estratégia para as redes sociais deveria se voltar para a questão de como isso pode mudar o relacionamento das pessoas nesses ecossistemas. Em outras palavras, a Forrester afirma que a preocupação precisa ser com a reação dos usuários e não com a tecnologia.

Para isso, o CIO precisa responder a algumas questões: como a iniciativa será comunicada para os profissionais? Qual será o apoio para os membros se encontrarem e ficarem conectados? Como estimular as pessoas a contribuir? De que forma os profissionais serão autorizados a criar conteúdos e colaborar entre si?

Também nessa etapa devem ser consideradas as formas de mensurar o sucesso das iniciativas, seja a partir do aumento da produtividade, conquista de novos clientes ou da redução de custos, por exemplo.

4.    Selecionar as tecnologias apropriadas. Além de descobrir as plataformas mais adequadas, nessa etapa o CIO precisa também estar preocupado em implementar políticas de acesso às redes sociais, com normas sobre quais profissionais estão autorizados a entrar nesses ambientes e qual a postura aceitável.

Fonte: CIO Magazine
Matéria original: http://www.cio.com/article/589166/Four_Steps_to_Success_for_Enterprise_Social_Media

Um Abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

CBC News – World – How social media is changing the aid business

Esta publicação foi feita através do site da CBC News, utilizando uma das facilidades da WEB 2.0! 

Clique no LINK abaixo para ler a matéria!
CBC News – World – How social media is changing the aid business.

Um abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves

Computerworld: LinkedIn para BlackBerry é lançado

Um ano e meio depois de rodar no iPhone, da Apple, aplicativo para acesso à rede social já está disponível para usuários dos smartphones da RIM.

Dezoito meses depois de já rodar no iPhone, o aplicativo para acesso ao Linkedin a partir de smartphones chega à plataforma Blackberry. Durante todo esse tempo, uma equipe da rede social para negócios vem trabalhando com a RIM  na integração do aplicativo com recursos especiais dos aparelhos Posto, Curve e Bold.

Tyler Lessard,  vice-presidente de Alianças Globais e Relações com os Desenvolvedores da RIM, garante que o aplicativo foi construído para tirar proveito dessa integração com os sistemas de e-mail do BlackBerry, calendário e gerenciador de contatos. O LinkedIn para BlackBerry também inclui pesquisa padrão, mensagens e atualizações de recursos de rede.

Gratuito, o aplicativo roda, com algumas limitações, em todos os dispositivos equipados com a versão 4.3 ou superior do BlackBerry OS, e de forma plema com aplicações nativas BlackBerry do BlackBerry OS 4.6 ou posterior.

Fonte: Computerworld Brasil

Um abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves

NY Times: Redes Sociais auxiliam pacientes com problemas crônicos de saúde

O New York Times publicou ontem (24/03/2010) uma matéria bem interessante a respeito da utilização de redes sociais segmentadas no auxílio a pacientes com doenças crônicas.

Já publiquei algo sobre este assunto anteriormente e a matéria complementa aspectos abordados e disponibiliza uma lista com redes sociais segmentadas com este objetivo (apoiar a saúde pública).

Acesse cliando AQUI ou no seguinte link:
http://www.nytimes.com/2010/03/25/technology/25disable.html?ref=technology BOA LEITURA !!!

Um abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

Aparelho de TV com rede social está a caminho

Depois de se firmar nas telas de computadores e smartphones, o próximo passo do Google pode ser rumo às televisões. Segundo matéria pulicada pelo jornal The New York Times, a empresa se uniu à Intel e à Sony para desenvolver uma nova classe de televisores equipados com internet, o Google TV.

A ideia é tornar mais rica a experiência de navegar na internet pela televisão, incorporando diversos aplicativos da web aos televisores. Hoje já existem TVs com conexão à internet, mas a navegação ainda é limitada.

De acordo com o NYT, a televisão utiliza Android, sistema operacional desenvolvido pelo Google para smartphones. Já a parte de hardware contará com microprocessadores da Intel, e a Sony, como se pode imaginar, entrará na parceria com os televisores.

Outra empresa que pode participar do desenvolvimento do Google TV é a Logitech, que ficaria responsável pela criação do controle remoto e de outros periféricos. A novidade seria um pequeno teclado para controlar o aparelho.

Redes sociais

O objetivo do projeto é criar um novo padrão na maneira de ver TV. O espectador poderia, por exemplo, buscar informações na internet enquanto vê um programa.

Um dos grandes trunfos do Google TV, porém, é a incorporação de aplicativos da web aos televisores. Entre os aplicativos estão redes sociais, como Twitter, Facebook e Orkut, e sites de fotos, como o Picasa.

Outra possibilidade é montar a própria programação a partir de vídeos do YouTube. Além disso, será possível fazer compras e downloads.

Nenhuma das três empresas confirmou a novidade, mas o projeto está sendo desenvolvido há alguns meses, segundo o NYT. A expectativa é de que o Google faça o anúncio oficial durante uma conferência em maio.

Fontes: Jornal Destak SP e NY Times

Um abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

Web 2.0 e Colaboração: Deixando o conceito e apresentando a prática

Para ilustrar as publicações sobre web 2.0 e colaboração, onde tenho abordado conceitos, sugiro a visita aos seguintes serviços para que fique mais clara a aplicação prática destes conceitos.

Visite os mapas interativos que indicam as estatísticas sobre acidentes com pedestres e homicídios na cidade de Toronto/CA, fornecidos pela CBC/Radio-Canada.

1. Estatísticas de homicídios: http://www.cbc.ca/toronto/features/homicide2010/
2. Estatísticas de acidentes com pedestres: http://www.cbc.ca/toronto/features/pedestrian-fatalities/

Com a utilização de web parts e diferentes recursos que proporcionam a colaboração, o site apresenta um mapa (como aqueles encontrados diretamente no Google Maps) onde são apontados os casos de  atropelamentos e homicídios ocorridos na cidade ao decorrer do ano. O interessante é perceber que recursos não tão complexos podem fornecer informações importantes tanto para a população, quanto para o poder público, identificando riscos, estatísticas e outras informações relacionadas ao tema abordado. Bem que essa “moda” poderia pegar em São Paulo e no Rio de Janeiro, assim poderiamos perceber realmente como a violência é um problema sério nas grandes cidades brasileiras.

Por enquanto é isso. Fico por aqui!!!

Um abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves