Gerenciamento de Cloud Computing

Como em qualquer outra atividade, a gestão de recursos da TI é essencial, porém, com o avanço da TI e a adoção de modelos baseados em computação em nuvem, este tema torna-se muito mais crítico e importante na obtenção dos resultados desejados.

Devido a este modelo (Cloud Computing) entregar muito mais confiabilidade, disponibilidade, agilidade e flexibilidade – é o que todos desejam, certo?! –; a atenção ao gerenciamento deste padrão de ambiente necessita muito estudo e gerenciamento no dia-a-dia de sua operação. Isto vale tanto para quem contrata ou comercializa algo como SaaS, IaaS, PaaS ou para quem utiliza Private / Hybrid Cloud.

Para ficar bem fácil de compreender, pensemos primeiramente num caso em que uma empresa utiliza correio eletrônico no modelo SaaS (Software as a Service). Todos nós concordamos que ficar sem email por minutos (ou segundos), pode custar caro, principalmente para áreas como centrais de atendimento, comercial e assim por diante. Portanto, quando pensamos no gerenciamento, devemos tomar cuidados especiais, como por exemplo, o tipo de contrato que está sendo contemplado com o fornecedor de serviços, pois, se você necessita de 99,999% de disponibilidade e assina um SLA de 95,9% dificilmente atingirá seu objetivo de disponibilidade, pois, a maior parte das empresas – ou todas elas – baseiam seus preços de SaaS nesta questão – a disponibilidade. Quando você analisar o Custo x Benefício de alguma solução deste tipo, o SLA substituiu exatamente o termo Benefício. (Custo X Benefício = Custo x SLA).  Quer ter melhor beneficio ou ter um SLA mais agressivo? Terá que desembolsar mais (Isto já aplicado nos modelos tradicionais, como Outsourcing).

Podemos considerar importantes, neste exemplo, outros fatores, como as funcionalidades que o produto disponibiliza, pois, sua empresa pode necessitar também de soluções de colaboração, mensagem instantânea ou ainda funcionalidades de CRM que podem ser agregadas a este produto de correio eletrônico, e que, se forem adquiridas separadamente podem custar mais ou ainda não se integrarem. Além disso, não podemos esquecer NUNCA de pensarmos num parceiro de verdade e não simplesmente em um fornecedor, pois, a entrega do serviço dependerá totalmente dele e nos momentos de crise ele deverá ser seu Parceiro e não apenas o Fornecedor de SaaS (este é um fator bem crítico no dia-a-dia de quem utiliza Cloud Computing).

Também podemos adotar Cloud Computing internamente, que conhecemos como Private Cloud, e neste caso, necessitamos de modelos mais robustos de gestão, o que inclui, além do que citei nos parágrafos anteriores, soluções integradas de gerenciamento de seu ambiente de computação em nuvem.  (Vou dedicar meu próximo artigo a este tópico para não estender demais este aqui. Já está longo demais… :-D)

Finalizando a ideia, podemos perceber que, apenas num único e simples exemplo – do correio eletrônico -, vários tipos ou domínios de gerenciamento são necessários para obtenção de bons resultados. A seguir, cito alguns: Gestão de contratos, gestão de riscos, gestão financeira, gestão de ativos, gestão de fornecedores, gestão de crise entre outros.

Mas tenha calma, não se desespere, pois, tudo que foi citado é perfeitamente viável de ser colocado em prática, principalmente adotando metodologias e conhecimento para apoiar a gestão de seu dia-a-dia.

Todos já ouvimos falar de ITIL, TOGAF, COBIT, PM e outras siglas e letrinhas que fornecem excelentes conhecimento,  métodos e maneiras de superar tais desafios… Não ouvimos?! Tem muita coisa boa para se colocar em prática e apoiar o avanço da adoção da tecnologia que você necessita. Também existem vários frameworks direcionados a gestão de Cloud Computing pipocando… Então, siga em frente!

Um grande abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves

O que é Cloud Computing?

Cloud Computing

OS CONCEITOS:

Porque o termo Nuvem  (em inglês: Cloud) é utilizado?
A ideia é bem simples: A(s) nuvem(ns) não possui(em) forma definida, ou seja, podem assumir qualquer formato ou tamanho, dependendo de fatores como vento, pressão atmosférica, temperatura etc, podem juntar-se ou dispersar, formando novas nuvens; também podem deslocar-se entre locais totalmente distintos.

Agora vamos aplicar a ideia acima a computação.

E o que significa Computação em Nuvem (em inglês: Cloud Computing)?
Basicamente a Computação em Nuvem refere-se a utilização de recursos computacionais como memória, capacidade de armazenamento de dados/informações, capacidade de processamento/cálculo baseados em servidores compartilhados e interligados através da Internet, baseados no princípio da Computação em Grade (em inglês: Grid Computing).

Grid Computing é um modelo de computação onde é possível executar processos através de computadores distribuídos localmente ou geograficamente distribuídos. A Computação em Grade (Grid Computing) é uma evolução da Computação Distribuída. Um exemplo muito interessante de Grid Computing é o “World Community Grid”. Acesse o site http://www.worldcommunitygrid.org para conhecer. Caso queria saber mais sobre os assuntos Grid Computing e Computação Distribuída, a Wikipedia é sempre uma boa fonte para pesquisa.

Outra questão fundamental para entendermos a Computação em Nuvem é a Virtualização, que também possui um conceito simples. A ideia da virtualização é isolar as aplicações/sistemas do hardware, através de uma camada de software conhecida como Hypervisor. O objetivo deste modelo é prover a liberdade de execução de um sistema, sem depender do tipo de hardware utilizado.

Finalmente chegamos onde eu queria: Sintetizar todas as ideias acima em uma explicação para o que conhecemos como Cloud Computing e utilizamos em nosso dia-a-dia.

Cloud Computing (esta é minha visão): Um conjunto de hardware agrupado (em inglês: clustered) com capacidade automática (ou autônoma) de prover serviços através de provisionamento e análise em tempo real da capacidade deste conjunto de hardware. Este modelo tem como objetivo o consumo transparente de recursos de computação que podem estar em qualquer lugar de forma simples e amigável a quem consome o serviço. Este serviço, de acordo com sua capacidade de autogerenciamento, pode “crescer” ou “encolher” de acordo com a necessidade de que está consumindo.

Resumidamente, a ideia de Cloud Computing é atender as necessidades de um consumidor de TI, sem burocracia, com agilidade e de maneira totalmente transparente e gerenciável, baseado nos conceitos acima descritos.

 

A PRÁTICA:

Na prática, utilizamos Cloud Computing o tempo todo. Quando utilizamos serviços como o Google, Gmail, Outlook, Azure, Facebook estamos consumindo Cloud Computing, pois, independente de onde está a infraestrutura e os softwares envolvidos na solução – e estes estão espalhados pelo mundo todo – o que precisamos está sempre ao nosso alcance.

Atualmente existem inúmeros tipos de ofertas de Computação em Nuvem no mercado de TI. Desde as grandes como Microsoft, IBM, HP, Google, Amazon até pequenas empresas fornecem soluções neste modelo. Cabe a cada um, profissional ou empresa, entender o que necessita em quem pode lhe fornecer a melhor solução.

Quando falamos de Cloud Computing, geralmente entramos nos conceitos de TI como um Serviço (TI as a Service), como SaaS, IaaS, Paas, DaaS e vários outros. Caso queira saber sobre estes modelos, acesse este artigo https://antonioricardo.org/2013/03/28/o-que-e-saas-iaas-e-paas-em-cloud-computing-conceitos-basicos  ou navegue pelo blog para mais informações.

Um grande abraço!
Antonio Ricardo

O que é DTaaS – Desktop as a Service (Desktop como um serviço)

DaaS

Com o objetivo de complementar a publicação anterior, a seguir, explico o que é DTaaS e como podemos utilizar este conceito em nosso dia-a-dia.Como o nome sugere, DTaaS (Desktop as a service) é mais um modelo de utilização de recursos de Tecnologia da Informação, onde é possível substituir o modelo tradicional de aquisição de produtos, pela contratação de serviços, ou seja, ao invés de você adquirir um desktop (hardware) e softwares (sistema operacional, softwares de proteção, softwares de produtividade etc.), você contrata um provedor de serviços que irá fornecer tal infraestrutura, através de um modelo pré-determinado (normalmente baseado em Cloud Computing / Virtualização) cobrando uma assinatura mensal.

O conceito de DTaaS está diretamente associado a recursos de Virtualização de Desktops e Cloud Computing (Também chamado de Virtual Desktop as a Service). No segundo caso, podemos expandir o modelo de Cloud Computing em modelos tradicionais, em Private Cloud (Nuvem Privada) e também na mescla de ambos, chamados de modelos híbridos.

De forma simplista – e para facilitar o entendimento – podemos fazer um paralelo entre DTaaS e SaaS (Software as a Service) onde no modelo DTaaS, além do software (descrito no SaaS), adquirimos também o hardware como um serviço, pagando pela utilização ao invés de comprar o alugar. Isto significa que o provedor deste serviço fica responsável por toda a infraestrutura, entregando todos os recursos de hardware e software dentro de um “pacote de serviços”.

E como funciona a estrutura de virtual desktop as a service na prática?
Esta solução é formada por Servidores (onde são criadas estruturas para fornecimento destes desktops virtuais, através da utilização de produtos fornecidos por empresas como Citrix, Dell, VMware entre outras), elementos de rede como roteadores e switches e por clientes ou Thin Clients (Estes responsáveis por acessar os recursos armazenados nos servidores e disponibilizá-los para os usuários da solução).
Um ponto muito positivo e importante neste modelo é seu gerenciamento facilitado pela arquitetura das soluções que proporciona maior segurança e agilidade na administração.
Como ponto negativo ou crítico cito a necessidade de atenção com sua característica de alta disponibilidade, pois, se algo falhar por falta de redundância de recursos ou falha na especificação da capacidade de carga, pode haver indisponibilidade para muitos usuários ao simultaneamente.

Como sempre menciono em meus artigos, adotar uma solução de TI em um ambiente corporativo é uma questão delicada, e deve estar sempre direcionada ao apoio direto ao negócio.  O DTaaS é apenas mais um modelo dentre muitos e seu sucesso depende primeiramente da necessidade de sua utilização, combinando-se a isto um ótimo projeto de viabilização, implantação e adoção do modelo.

Um abraço,
Antonio Ricardo

O que é SaaS, IaaS e PaaS em Cloud Computing? (Conceitos básicos)

Hoje vou tratar objetivamente e com abordagem simples a respeito destas três siglas relacionadas a Computação em Nuvem (Cloud Computing em inglês), que, apesar de não se tratarem de algo tão novo assim, causam dúvidas em quem não tem muito contato com conceitos de tecnologia da informação.

SaaS – Software as a Service (Software como Serviço):
É um modelo onde a aquisição e/ou utilização de um software não está relacionado a compra de licenças, ou seja, você utiliza algum software e paga por sua utilização. Como exemplo, para fácil compreensão, cito o Skype da Microsoft. O Skype é um software de comunicação que permite vários tipos de utilização, que pode ser a simples troca de mensagens até uma videoconferência em grupo. Para utilizar o Skype você não paga nenhum tipo de licença, e é tarifado (ou cobrado) de acordo com os serviços que utiliza. Por exemplo, se você utiliza apenas o recurso de videoconferência em grupo, pode contratar apenas este recurso, porém, é possível combinar vários recursos oferecidos adaptáveis a sua necessidade. É um modelo flexível, que lhe permite controlar o que você necessita, pagando apenas pelo que utiliza em determinado período ou situação pontual. Resumidamente, você paga o serviço e não o produto. (Pesquise também o Lync Server e o Webex)

IaaS – Infrastructure as a Service (Infraestrutura como Serviço):
De maneira análoga a anterior, neste modelo você contrata sua infraestrutura como serviço, com uma vantagem muito interessante ao modelo tradicional, que é a contratação de servidores virtuais (e outros dispositivos de infraestrutura) ao invés de comprar servidores, roteadores, racks e outras “caixas” de hardware. Aqui você é tarifado por alguns fatores, como o número de servidores virtuais, quantidade de dados trafegados, dados armazenados e outros itens, dependendo de como e com quem (fornecedor IaaS) você trabalha. Neste caso, creio que Amazon EC2 e a IBM sejam bons exemplos para quem queira pesquisar mais sobre o assunto. No IaaS, obviamente também é utilizado o modelo pay-per-use, onde a cobrança é baseada no serviço e não em produto, ou seja, se você precisa de 10 servidores para o próximo mês, você contrata a utilização destes servidores por este período determinado e depois, simplesmente cancela a utilização, exatamente como a compra de um serviço de TV a cabo ou um plano de serviço de dados para seu celular.

PaaS – Platform as a Service (Plataforma como Serviço):
Aqui temos um modelo que fica entre o SaaS e IaaS, proporcionando uma plataforma mais robusta e flexível para a utilização de muitos recursos de tecnologia, onde é possível a utilização de softwares de maneira mais flexível, sendo possível desenvolver suas próprias aplicações baseadas em alguma tecnologia (framework, linguagem etc.) e utilizar a infraestrutura necessária, e o mais importante, adequada a aplicação desenvolvida. Pense em uma solução onde você necessite de um software, porém, por alguma limitação de um fornecedor do modelo SaaS, você não conseguirá implementar um determinado recurso personalizado que é fundamental para seu negócio. É aqui que o modelo PaaS é interessante, pois, você pode utilizar a mesma estrutura que você teria “em casa”, porém, utilizando o modelo “as a service”, livrando-se da aquisição de hardware, licenças de software etc. e utilizando esta mesma estrutura como serviço. Para entender este modelo é muito interessante pesquisar sobre o Microsoft Azure. Aliás, o Azure é bem flexível e lhe permite utilizar, além do PaaS, também os modelos SaaS e IaaS.

De uma maneira bem simplista, podemos dizer que os modelos SaaS, IaaS e Paas em Cloud Computing são substitutos para a infraestrutura tradicional com o diferencial do modelo de comercialização, que, ao invés de licenciamento, utiliza um modelo baseado em pagamento por utilização de recursos.

Espero ter contribuído para facilitar o entendimento. E, em caso de dúvidas, mantenha contato.

Sempre lembre-se que qualquer tecnologia deve ser utilizada para apoiar o negócio, então, antes de decidir, analise se é o momento certo para utilizar ou não alguma solução. Também considere sempre a possibilidade de evolução em ondas, ou seja, comece utilizando moderadamente as tecnologias que você não se sente seguro e vá aprendendo e evoluindo. Só não deixe de inovar no apoio aos negócios, senão você ficará para trás e terá que dar um salto bem grande para atualizar sua tecnologia, o que pode causar prejuízo na continuidade dos negócios de sua empresa.

Caso queira saber mais sobre o tema Cloud Computing, acesse este outro post, onde a abordagem é apenas Computação em Nuvem: https://antonioricardo.org/2013/09/18/cloud-computing/

Grande abraço!
Antonio Ricardo

Os avanços da TI e os paradigmas da informação descentralizada

Não é novidade que a TI avançou muito mais na última década – do que em décadas anteriores – em relação a aplicativos e soluções web e, somando a este fato, a maior facilidade de utilização de tais aplicações em dispositivos móveis, vem ocorrendo outro fenômeno que é o crescimento das informações que estamos compartilhando, seja criando fontes de informações, acessando ou ainda compartilhando tais informações através da computação social.

Este cenário nos coloca em uma situação muito interessante por um lado que é a maior facilidade de aprendizado e a criação de novos pequenos e médios negócios, porém de muita dificuldade se olhamos através da ótica das grandes empresas, principalmente as mais conservadoras. E a questão é simples: Qual rumo tomar?

Bom, vamos começar pela questão das empresas que possuíam acesso limitado as soluções competitivas de TI, como, por exemplo, um ERP – que é algo básico para as grandes empresas – ou um sistema de Business Intelligence. Esta  nova forma de utilização do conhecimento humano, através de compartilhamento de informações e soluções através da Internet, permite hoje que uma empresa minúscula e com pouco capital, tenha sua estratégia de TI e suas respectivas soluções de tecnologia da mesma forma que as grandes para apoiar seu negócio, pois,  através da computação em nuvem e de inúmeras soluções baseadas em tecnologia web (principalmente no conceito web 2.0), novas empresas de tecnologias surgiram, fornecendo ao mercado soluções muito boas e com custo baixo. Isto não é mágica nem milagre, mas, trata-se de um grande avanço na descentralização do conhecimento e da capacidade de desenvolvimento de soluções, que até pouco tempo, concentrava-se em grandes “players” de TI, e agora está se consolidando de forma distribuída em toda a parte do planeta. Apenas como exemplo deste novo modelo, cito a Sales Force, que fornece soluções acessíveis a grande parte do mercado de pequenas e médias empresas, mas existem inúmeras soluções que atendem este mercado de maneira eficaz com custo muito atraente.

No outro lado da questão estão as grandes empresas que utilizam soluções tradicionais e possuem suas informações, teoricamente, armazenadas internamente, utilizando soluções dos mesmos grandes “players” de TI que citei anteriormente. Como manter uma estratégia de competitividade com empresas menores, tratar as informações de maneira inteligente e trocar o modelo utilizado por décadas, onde, toda a tecnologia está baseada em uma solução interna e passar a utilizar soluções externas, com custo operacional mais baixo, garantindo que este modelo de TI já estabelecido tenha continuidade através desta solução externa aos seus domínios? Pois é! Este é um desafio a ser superado nos próximos anos. Chegar a um modelo mais competitivo de adoção da tecnologia da informação, sem perdas ou prejuízos por conta de não ter mais um controle rígido – ao menos esta sensação de controle – de suas informações.

Adicionamos a esta bagunça, questões como barreiras comerciais sendo quebradas, a inércia das grandes empresas (que em sua maioria são ultraconservadoras), gente com ideias inovadoras, milhares de startups de TI surgindo pelo mundo afora e outras centenas de milhares de soluções, está pronta a confusão!

Então, a única coisa que nos resta é pensar… Como podemos utilizar de maneira inteligente, eficiente, eficaz e sustentável, este novo modelo que está surgindo e continuarmos a transformar problemas e ideias em soluções!

Um grande abraço!
Antonio Ricardo

Desejo a todos um Feliz 2013…

Hoje se encerra mais um ano de atividades deste blog…
Aqueles que tem o hábito de acessar este espaço tem percebido que algumas mudanças estão ocorrendo no lay-out e em algumas funcionalidades, pois, estou aproveitando o período de menor acesso para renovar o visual e, principalmente, adicionar funcionalidades e deixar o blog mais agradável na navegação.
Também estou estudando alterações nos conteúdos que estão por vir, porque, no meu ponto de vista, alguns assuntos já foram abordados de forma bem detalhada e não pretendo tornar as informações repetitivas. Provavelmente vou ampliar e diversificar o conteúdo com abordagens sobre soluções inovadoras baseadas em cloud computing e trabalhar em assuntos que agregam mais valor ao que já temos publicado aqui no blog.
Ainda não consegui definir quanto tempo vou ter para me dedicar as publicações. Como escrever faz parte das minhas necessidades pessoais… Algo que está no meu DNA… Gostaria de poder ter tempo para elaborar muitos artigos, mas isto vai depender de outros projetos que estou desenvolvendo e também são muito interessantes (E, claro, demandam dedicação e tempo). Mas vou deixar para definir estes assuntos entre janeiro e fevereiro.

Por enquanto quero agradecer a todos que tem participado deste projeto e desejar a todos vocês um ANO NOVO rico em realizações pessoais e com muita saúde!

Um excelente ano aos amigos!!!
Antonio Ricardo

CIO.com: 5 Keys to Enterprise Social Networking Success

Redes SociaisRecomendo a leitura do artigo disponível no link abaixo, publicado na CIO.com para quem quer entender um pouco a respeito da adoção do conceito de Computação Social para empresas.
É óbvio que existem diferenças de aplicação no mercado americano e no mercado brasileiro, porém, o importante é compreender o conceito e entender o caminho a traçar. Também não se preocupe com este ou aquele fornecedor de solução mencionado na matéria. Novamente: Foco no conceito e nos modelos.
Boa leitura: 5 Keys to Enterprise Social Networking Success.

Um abraço!
Antonio Ricardo

Colaboração nas empresas: Está sobrando infraestrutura!

Como um entusiasta e observador da Tecnologia da Informação, percebo que estamos em um período muito interessante para fazer nossas ideias avançarem em relação a soluções de TI, principalmente, em um setor que, aqui no Brasil, sofre pela falta de oferta de boas soluções.  Estou me referindo às comunicações, pois, apesar de cada vez mais a oferta de hardware fazer parte do dia-a-dia corporativo – como smartphones, tablets, ultrabooks e muito mais “brinquedinhos” – a oferta de serviços ainda é muito escassa, ou seja, tem muita gente que está “armado até os dentes” com hardware de última geração, mas com pouco ou quase nenhum conteúdo interessante quando pensamos em soluções de colaboração / comunicação para empresas.

No meu ponto de vista, unir forças dentro dos grandes “players” da tecnologia da informação é fundamental, pois, o que percebo no cotidiano é que muitas empresas – que consomem serviços e produtos de TIC – tem soluções de comunicação e colaboração desconexas, ou seja, muitas vezes, a empresa (cliente) já possui um base instalada com algum tipo de tecnologia ou solução que pode servir de ponto de apoio para a implementação de uma excelente ferramenta de colaboração, porém, por falta de ofertas claras por parte destes grandes “players”, tal empresa/cliente tropeça na implantação de soluções colaborativas – que podem unir desde o compartilhamento simples de arquivos, correio eletrônico até soluções mais robustas envolvendo comunicações unificadas com áudio e vídeo conferência – por não entender que sua infraestrutura atual pode servir de base para implementar ótimas soluções, investindo menos e obtendo resultados muito bons.

Resumindo e sendo bem objetivo: Muitas empresas têm lindos equipamentos em seus datacenters e em seus escritórios, servindo apenas de complemento a sua decoração, pois, estão sendo subutilizados.

Hoje quero deixar uma pergunta simples para você – que paga a conta das ligações telefônicas no final do mês, de todos os escritórios e/ou filiais da empresa – pensar: É necessário ter um aparelho telefônico e um ramal convencional em cada um dos postos de trabalho de seus colaboradores? Pense nisso… E pesquise!

Grande abraço e grandes ideias!!!
Antonio Ricardo Goncalves

BCS Meta Man: Mais conexões em menos tempo

Com as pesquisas e estudos que andei fazendo sobre o BCS, acabei encontrando algumas ferramentas, dicas, sites etc que tratam o assunto, e então decidi baixar e brincar um pouco neste último mês com o BCS Meta Man, para que eu pudesse conhecer e entender as suas possibilidades. Pensei que seria interessante para complementar a publicação anterior. Assim sendo, a seguir compartilho minha opinião e deixo o espaço aberto para quem quiser compartilhar suas percepções, opiniões e conclusões a respeito do BCS Meta Man.

O BCS Meta Man é uma ferramenta que gera o código fonte necessário para conectar-se a várias fontes de dados diferentes, destinado aos desenvolvedores SharePoint 2010 que necessitem utilizar o BCS – Business Connectivity Services.

Algumas vantagens que considero são a facilidade de uso, e consequentemente a diminuição drástica do tempo para criação de um código fonte para conexão com uma fonte externa, se compararmos com o mesmo processo efetuado manualmente (escrevendo-se o código linha a linha). Outro recurso interessantíssimo é a capacidade de criação de “mashups” complexos utilizando-se o BCS Meta Man.

Como já mencionei em vários posts – você também pode conferir no meu perfil aqui ou no Linked In – meu perfil não é de desenvolvedor, sendo assim, minha percepção a respeito da ferramenta foi excelente, pois, tenho dificuldade em criar o código manualmente. Caso você seja desenvolvedor e já tenha utilizado o produto, deixe seu comentário aqui no post também.

Você encontra tudo que precisa saber a respeito do produto neste site http://www.lightningtools.com/bcs/bcs-meta-man.aspx
Existe uma versão Trial, mas o produto é licenciado para uso. O preço divulgado é de US$ 1200,00 por instalação.

Por enquanto é isso.
Grande abraço!
Antonio Ricardo Goncalves

Gostei deste artigo de um colega canadense e decidi “mandar um reblog” nele!
Boa leitura!!!

Cloud Computing Best Practices

A headline theme for our next webinar will be ‘Microsoft Private Cloud 2.0’.

Private Cloud Application Platform

Two years ago I described an upcoming market that I initially defined as the Private Cloud Application Platform.

Recently Microsoft began prosecuting this space with their PCSS initiative, the Private Cloud Solutions Suite, bringing together a partner group that enables the PCAP I described, wrapping lots of value around the core MS suite of Hyper-V and System Centre.

This really starts to get the right ingredients for the real secret sauce to the Private Cloud story.

As we have all gathered, simply implementing yet more virtualization is hardly a new story for the enterprise data-centre so instead to really make it cook we need a full implementation of all aspects of the Cloud, internally, in particular both PaaS and SaaS – Platform and Software as a Service.

This combination of additional capabilities…

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