[Microsoft Cloud] Comercial de TV da Microsoft sobre Cloud Computing

Como estou sem tempo disponível para novas publicações, decidi compartilhar um comercial da Microsoft que é veiculado constantemente nos canais de TV dos EUA / Canadá.
É um exemplo da aplicação da Nuvem da Microsoft (Microsoft Cloud) na prática (em uma situação real).
Divirtam-se!

Um abraço!
Antonio Ricardo

Seus Aplicativos estão prontos para a Computação em Nuvem?

Cloud Computing

A resposta para a pergunta do título deste artigo (Seus Aplicativos estão prontos para a Computação em Nuvem?) é óbvia: Não estão!

Cientes desta situação, podemos elaborar algumas explicações e também algumas soluções para o desafio de entregar Aplicativos / Sistemas compatíveis com a Computação em Nuvem.

[Leia mais: O que é Cloud Computing? / O que são SaaS, PaaS, IaaS?]                                       

Porque as aplicações não estão prontas para serem migradas / transferidas para a Nuvem?!

Simplesmente porque há uma grande diferença nos conceitos da computação tradicional, quem vem sendo utilizada nas últimas décadas, que é baseada em soluções individualizadas, ou seja, desenvolvem-se sistemas para determinadas necessidades (de uma companhia ou segmento) e estes sistemas são entregues normalmente em uma infraestrutura de TI local ou que estejam num provedor de serviços de outsourcing, porém, estas estruturas são conceitualmente diferentes de uma Nuvem e baseiam-se na relação Carga do Sistema x Capacidade do Hardware enquanto na Computação em Nuvem esta relação é diferenciada.

Inúmeros fatores são relevantes no momento da arquitetura de um novo sistema; como quais linguagens, bancos de dados, sistemas operacionais e demais tecnologias relacionadas serão utilizadas para que este sistema seja desenvolvido – além do óbvio que são as necessidades e as regras do negócio – e até pouco tempo atrás a Computação em Nuvem e seus conceitos e modelos simplesmente não existiam e/ou não estavam acessíveis à maioria das empresas.

Com a Computação em Nuvem tornando-se realidade e disponível para todos através de grandes empresas como Microsoft, Google, Amazon e também por outros inúmeros pequenos fornecedores, tornou-se viável desenvolver soluções para qualquer tipo ou tamanho do negócio, utilizando-se as vantagens deste modelo.

 [Leia mais: Gerenciamento de Cloud Computing – Pt. I / Gerenciamento de Cloud Computing – Pt. II]

As vantagens e os desafios dos Aplicativos na Nuvem!

A grande vantagem da computação em nuvem do ponto de vista da entrega de um sistema é sua capacidade de elasticidade, o que significa que você pode ter uma solução capaz de atender 10 usuários ou 100.000 usuários utilizando os recursos técnicos que a Nuvem lhe oferece. Isto é possível por causa da capacidade de desvincular a capacidade de carga de um sistema a capacidade de carga do hardware, pois, no modelo de Computação em Nuvem as camadas de hardware e os sistemas funcionam separadamente e este fator – dentre outros contidos na Computação em Nuvem – faz com que, um sistema desenvolvido com arquitetura de Computação em Nuvem seja capaz de crescer ou diminuir instantaneamente para atender as necessidades do negócio.

Outras características da Computação em Nuvem que podemos considerar vantagens são a maior capacidade de monitoração e gestão do ambiente, o que proporciona visão em tempo real do ambiente e também maior capacidade de prever risco ou necessidades operacionais. Estas características são básicas na computação em nuvem, assim como a Orquestração que é responsável pela automatização de processos e a capacidade de manter a Nuvem (Privada ou Publica) sempre em operação sem a necessidade de intervenção humana na maioria das situações cotidianas.

Neste momento que estamos, creio que o grande desafio seja o conhecimento, pois, grande parte dos profissionais ainda tem em mente o modelo pré Cloud Computing, portanto, aprender a desenvolver em um ambiente com muito mais possibilidades e recursos demanda tempo e esforço e esta mudança não ocorre em um período de curta duração. Também existem outros fatores como resistência a mudanças, a própria falta de entendimento de muitos conceitos de Computação em Nuvem que podem prejudicar o desenvolvimento para este ambiente atualmente, mas que, certamente serão superados nos próximos anos.

O importante é ter em mente que a Computação em Nuvem é um modelo que está revolucionando a Tecnologia da Informação e que certamente toda empresa terá sistemas baseados neste conceito e  também que possuir conhecimento para criar soluções em Nuvem é essencial para quem atua no mercado de TI.

 Um abraço!
Antonio Ricardo

Exemplo de SaaS

SaaS

Para não ficar apenas nos conceitos e nas explicações teóricas, decidi publicar este artigo com um exemplo simples e didático de SaaS ou Software as a Service.

Tenho o (estranho) hábito de pesquisar soluções no modelo “as a Service” para situações que enfrento no meu dia-a-dia. Como nesta semana tive uma experiência desagradável com um agendamento para exames de rotina, então saí pela Internet pesquisando e analisando o que havia.

Após algumas horas e várias leituras, análises, testes etc; encontrei na AWS (Amazon Web Services) o software tuOtempO, e por tratar-se de um software muito simples conceitualmente, mas com aplicação muito eficiente para o dia-a-dia, decidi utilizá-lo como exemplo para quem deseja visualizar na prática os conceitos de SaaS que repetidamente menciono neste blog.

Recapitulando o conceito de SaaS – Software as a Service:
SaaS – Software as a Service (Software como Serviço) é basicamente um modelo onde a aquisição e/ou utilização de um software não está relacionado a compra de licenças, ou seja, você utiliza algum software e paga por sua utilização. Este software é baseado em um ambiente computacional no modelo de Cloud Computing, e – na minha visão – deve disponibilizar acesso multiplataforma, ou em outras palavras, quem está utilizando deve possuir meios de acessá-lo através de diferentes aparelhos (celulares, tablets, desktops, notebooks) com diferentes tipos de clientes (browser/navegador) sem a necessidade de instalação de nenhum tipo de software adicional.

O que é o tuOtempO?
O tuOtempO é um conjunto de softwares no modelo SaaS, que podem trabalhar de forma independente ou integrada entre seus módulos e também integrando-se a software legado em caso de necessidade. Alguns módulos são: Serviço de Agendamento, Comunicação Interativa com Pacientes, Resultados de Exames entre outros. Para maiores detalhes, consulte o site do fornecedor.

Como utilizar o modelo SaaS no dia-a-dia (a prática):

Se a clínica, que atualmente utiliza um software ultrapassado (uma mescla um sistema baseado em Access / MS Office, Visual Basic e algumas planilhas) e que aparentemente não atende as expectativas, decidisse adotar uma nova solução, seria muito interessante do ponto de vista ‘custo x benefício’, passar a utilizar algo no modelo SaaS, pois a solução que menciono como exemplo – tuOtempO – e que é 100% SaaS, atenderia facilmente uma das necessidades do negócio – o agendamento de consultas, sendo possível passar a utilizá-la imediatamente através da assinatura mensal que possui custo baixo e sem a necessidade de nenhum tipo de intermediário, aquisição de hardware, software etc.

Com a transição do modelo atual para o SaaS, a clínica teria muitos benefícios, como a facilidade de gestão dos recursos de TI, pois, atualmente se o servidor onde o software está instalado ou uma das estações onde a atendente faz os agendamentos apresenta alguma falha, há indisponibilidade total ou parcial por conta do modelo ser ultrapassado e não oferecer alternativas para o caso de falhas. Já na situação onde o SaaS é utilizado, a interrupção dos serviços é praticamente nula, pois, é possível acessar o software de qualquer dispositivo e em qualquer local. Mesmo que haja uma queda na infraestrutura da clínica, é possível acessar o sistema de agendamentos por um smartphone ou tablet com acesso a Internet e continuar a atividade normalmente. Como estamos mencionando SaaS/Cloud Computing, o nível de confiabilidade e disponibilidade esperado é sempre alto.   Concluindo a ideia, é sempre fundamental analisar  qual o tipo e o tamanho do negócio para saber quando é interessante um ou outro modelo, mas de forma simplista, para situações mais simples você terá benefícios utilizando SaaS e para situações onde há necessidade de software com maior nível de parametrização (‘customização’) devido a regras do negócio, outros modelos como IaaS ou PaaS, e mesmo a computação em seu modelo tradicional, provavelmente serão mais interessantes.

Obs. Este artigo não é patrocinado. Apenas utilizei o exemplo da tuOtempO porque considero uma solução simples e de fácil entendimento para fins didáticos e o AWS por tratar-se de um fornecedor conhecido.

Um grande abraço!
Antonio Ricardo

O que é Fabric-Based Infrastructure

Vamos adicionar mais um pouco de conhecimento ao nosso Gerenciamento de Cloud Computing  e entender o que é Fabric-Based infrastructure (FBI). Este é um termo relativamente novo que é utilizado para ambientes com capacidade de gestão automatizada.

Este conceito destinado à integração vertical de hardware e infraestrutura de software, chamado de Fabric-Based infrastructure (FBI) é apoiado por uma camada de automação (baseada em softwares para o gerenciamento de ambientes computacionais) e tem como objetivo apoiar a T.I. a prover soluções sob demanda para apoio aos negócios com maior agilidade, eficiência e eficácia. Desta forma, promete entregar infraestrutura para aplicações em tempo real.

Como mencionei nos artigos anteriores (Gerenciamento de Cloud Computing P.I e P.II) e também em vários outros, este modelo de computação (no modelo Cloud Computing), vem se diferenciando dos modelos tradicionais pela capacidade de atender as demandas de negócios por entregar soluções flexíveis. Isto significa disponibilizar ambientes que crescem ou encolhem horizontal ou verticalmente, baseados nas necessidades dos negócios.  Da perspectiva das áreas de negócios, esta facilidade de obter e liberar recursos computacionais implica em menores custos para seus projetos e maior rapidez na entrega de soluções.  Na visão da TI, este tipo de solução com gerenciamento mais eficiente é muito interessante por ser capaz de reduzir o consumo de recursos desnecessários (ex. hardware, software, armazenamento, energia elétrica) disponibilizando somente o necessário para determinado projeto ou solução e distribuindo melhor tais recursos.

O conceito é bem simples. Trata-se de um modelo de gestão automatizada para ambientes computacionais, porém, sem um recurso desta natureza, os modelos de Cloud Computing tornam-se ineficazes, por não atingirem seus objetivos de entrega de ambientes (como SaaS, PaaS e IaaS) com maior agilidade e eficiência operacional do que os modelos convencionais. E por último, mas, não menos importante: Custo/benefício mais atrativo para aqueles que  utilizam este modelo de computação.

Um grande abraço!
Antonio Ricardo Goncalves

Gerenciamento de Cloud Computing (Private Cloud)

Como mencionei no artigo anterior, o gerenciamento de Cloud Computing para quem adota o modelo de Private Cloud (Nuvem Privada) merece atenção especial, pois, sem a aplicação de um bom modelo de gestão aliado a um software destinado a este fim, sua nuvem privada pode tornar-se um fracasso.

É necessário um conjunto de hardware e software para a criação de uma Nuvem Privada, e para que este conjunto funcione harmoniosamente, você precisará de uma solução – software – destinada ao gerenciamento de sua nuvem.  Um bom exemplo para entender como isto funciona é comparar com uma orquestra, onde existem músicos excepcionais e que dominam totalmente seus respectivos instrumentos musicais, porém, para que haja harmonia entre todos estes e seja produzida boa música e um resultado em grupo, o maestro é fundamental na condução do conjunto.

Existem vários fornecedores no mercado que entregam ótimas soluções para esta finalidade. Muitos fornecem soluções completas, onde você terá desde o modelo conceitual, hardware e software e a plataforma para fazer a gestão da sua Nuvem Privada.

Um ponto fundamental a ser destacado para quem passa a utilizar uma Nuvem Privada é basear a maior parte dos recursos oferecidos no conceito de auto-serviço (self-service), onde, o cliente pode criar seus próprios recursos, como máquinas virtuais (servidores / desktops), armazenamento etc. Este cliente pode ser um departamento de T.I. ou outro qualquer, dependendo da necessidade, e isto é definido de acordo com um modelo de gestão baseado nas necessidades dos negócios da empresa.

As duas fontes a seguir podem lhe fornecer muita informação sobre este assunto: (Obs. Os exemplos não são patrocinados, como sempre faço. Caso queira sugerir algum outro exemplo, fique a vontade. Sugestões são sempre bem-vindas!) http://www.microsoft.com/en-us/server-cloud/solutions/virtualization-private-cloud.aspx#fbid=IW3d6VZuKPD
http://www.vmware.com/br/products/vsphere/

Um grande abraço!
Antonio Ricardo

Gerenciamento de Cloud Computing

Como em qualquer outra atividade, a gestão de recursos da TI é essencial, porém, com o avanço da TI e a adoção de modelos baseados em computação em nuvem, este tema torna-se muito mais crítico e importante na obtenção dos resultados desejados.

Devido a este modelo (Cloud Computing) entregar muito mais confiabilidade, disponibilidade, agilidade e flexibilidade – é o que todos desejam, certo?! –; a atenção ao gerenciamento deste padrão de ambiente necessita muito estudo e gerenciamento no dia-a-dia de sua operação. Isto vale tanto para quem contrata ou comercializa algo como SaaS, IaaS, PaaS ou para quem utiliza Private / Hybrid Cloud.

Para ficar bem fácil de compreender, pensemos primeiramente num caso em que uma empresa utiliza correio eletrônico no modelo SaaS (Software as a Service). Todos nós concordamos que ficar sem email por minutos (ou segundos), pode custar caro, principalmente para áreas como centrais de atendimento, comercial e assim por diante. Portanto, quando pensamos no gerenciamento, devemos tomar cuidados especiais, como por exemplo, o tipo de contrato que está sendo contemplado com o fornecedor de serviços, pois, se você necessita de 99,999% de disponibilidade e assina um SLA de 95,9% dificilmente atingirá seu objetivo de disponibilidade, pois, a maior parte das empresas – ou todas elas – baseiam seus preços de SaaS nesta questão – a disponibilidade. Quando você analisar o Custo x Benefício de alguma solução deste tipo, o SLA substituiu exatamente o termo Benefício. (Custo X Benefício = Custo x SLA).  Quer ter melhor beneficio ou ter um SLA mais agressivo? Terá que desembolsar mais (Isto já aplicado nos modelos tradicionais, como Outsourcing).

Podemos considerar importantes, neste exemplo, outros fatores, como as funcionalidades que o produto disponibiliza, pois, sua empresa pode necessitar também de soluções de colaboração, mensagem instantânea ou ainda funcionalidades de CRM que podem ser agregadas a este produto de correio eletrônico, e que, se forem adquiridas separadamente podem custar mais ou ainda não se integrarem. Além disso, não podemos esquecer NUNCA de pensarmos num parceiro de verdade e não simplesmente em um fornecedor, pois, a entrega do serviço dependerá totalmente dele e nos momentos de crise ele deverá ser seu Parceiro e não apenas o Fornecedor de SaaS (este é um fator bem crítico no dia-a-dia de quem utiliza Cloud Computing).

Também podemos adotar Cloud Computing internamente, que conhecemos como Private Cloud, e neste caso, necessitamos de modelos mais robustos de gestão, o que inclui, além do que citei nos parágrafos anteriores, soluções integradas de gerenciamento de seu ambiente de computação em nuvem.  (Vou dedicar meu próximo artigo a este tópico para não estender demais este aqui. Já está longo demais… :-D)

Finalizando a ideia, podemos perceber que, apenas num único e simples exemplo – do correio eletrônico -, vários tipos ou domínios de gerenciamento são necessários para obtenção de bons resultados. A seguir, cito alguns: Gestão de contratos, gestão de riscos, gestão financeira, gestão de ativos, gestão de fornecedores, gestão de crise entre outros.

Mas tenha calma, não se desespere, pois, tudo que foi citado é perfeitamente viável de ser colocado em prática, principalmente adotando metodologias e conhecimento para apoiar a gestão de seu dia-a-dia.

Todos já ouvimos falar de ITIL, TOGAF, COBIT, PM e outras siglas e letrinhas que fornecem excelentes conhecimento,  métodos e maneiras de superar tais desafios… Não ouvimos?! Tem muita coisa boa para se colocar em prática e apoiar o avanço da adoção da tecnologia que você necessita. Também existem vários frameworks direcionados a gestão de Cloud Computing pipocando… Então, siga em frente!

Um grande abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves

O que é SaaS, IaaS e PaaS em Cloud Computing? (Conceitos básicos)

Hoje vou tratar objetivamente e com abordagem simples a respeito destas três siglas relacionadas a Computação em Nuvem (Cloud Computing em inglês), que, apesar de não se tratarem de algo tão novo assim, causam dúvidas em quem não tem muito contato com conceitos de tecnologia da informação.

SaaS – Software as a Service (Software como Serviço):
É um modelo onde a aquisição e/ou utilização de um software não está relacionado a compra de licenças, ou seja, você utiliza algum software e paga por sua utilização. Como exemplo, para fácil compreensão, cito o Skype da Microsoft. O Skype é um software de comunicação que permite vários tipos de utilização, que pode ser a simples troca de mensagens até uma videoconferência em grupo. Para utilizar o Skype você não paga nenhum tipo de licença, e é tarifado (ou cobrado) de acordo com os serviços que utiliza. Por exemplo, se você utiliza apenas o recurso de videoconferência em grupo, pode contratar apenas este recurso, porém, é possível combinar vários recursos oferecidos adaptáveis a sua necessidade. É um modelo flexível, que lhe permite controlar o que você necessita, pagando apenas pelo que utiliza em determinado período ou situação pontual. Resumidamente, você paga o serviço e não o produto. (Pesquise também o Lync Server e o Webex)

IaaS – Infrastructure as a Service (Infraestrutura como Serviço):
De maneira análoga a anterior, neste modelo você contrata sua infraestrutura como serviço, com uma vantagem muito interessante ao modelo tradicional, que é a contratação de servidores virtuais (e outros dispositivos de infraestrutura) ao invés de comprar servidores, roteadores, racks e outras “caixas” de hardware. Aqui você é tarifado por alguns fatores, como o número de servidores virtuais, quantidade de dados trafegados, dados armazenados e outros itens, dependendo de como e com quem (fornecedor IaaS) você trabalha. Neste caso, creio que Amazon EC2 e a IBM sejam bons exemplos para quem queira pesquisar mais sobre o assunto. No IaaS, obviamente também é utilizado o modelo pay-per-use, onde a cobrança é baseada no serviço e não em produto, ou seja, se você precisa de 10 servidores para o próximo mês, você contrata a utilização destes servidores por este período determinado e depois, simplesmente cancela a utilização, exatamente como a compra de um serviço de TV a cabo ou um plano de serviço de dados para seu celular.

PaaS – Platform as a Service (Plataforma como Serviço):
Aqui temos um modelo que fica entre o SaaS e IaaS, proporcionando uma plataforma mais robusta e flexível para a utilização de muitos recursos de tecnologia, onde é possível a utilização de softwares de maneira mais flexível, sendo possível desenvolver suas próprias aplicações baseadas em alguma tecnologia (framework, linguagem etc.) e utilizar a infraestrutura necessária, e o mais importante, adequada a aplicação desenvolvida. Pense em uma solução onde você necessite de um software, porém, por alguma limitação de um fornecedor do modelo SaaS, você não conseguirá implementar um determinado recurso personalizado que é fundamental para seu negócio. É aqui que o modelo PaaS é interessante, pois, você pode utilizar a mesma estrutura que você teria “em casa”, porém, utilizando o modelo “as a service”, livrando-se da aquisição de hardware, licenças de software etc. e utilizando esta mesma estrutura como serviço. Para entender este modelo é muito interessante pesquisar sobre o Microsoft Azure. Aliás, o Azure é bem flexível e lhe permite utilizar, além do PaaS, também os modelos SaaS e IaaS.

De uma maneira bem simplista, podemos dizer que os modelos SaaS, IaaS e Paas em Cloud Computing são substitutos para a infraestrutura tradicional com o diferencial do modelo de comercialização, que, ao invés de licenciamento, utiliza um modelo baseado em pagamento por utilização de recursos.

Espero ter contribuído para facilitar o entendimento. E, em caso de dúvidas, mantenha contato.

Sempre lembre-se que qualquer tecnologia deve ser utilizada para apoiar o negócio, então, antes de decidir, analise se é o momento certo para utilizar ou não alguma solução. Também considere sempre a possibilidade de evolução em ondas, ou seja, comece utilizando moderadamente as tecnologias que você não se sente seguro e vá aprendendo e evoluindo. Só não deixe de inovar no apoio aos negócios, senão você ficará para trás e terá que dar um salto bem grande para atualizar sua tecnologia, o que pode causar prejuízo na continuidade dos negócios de sua empresa.

Caso queira saber mais sobre o tema Cloud Computing, acesse este outro post, onde a abordagem é apenas Computação em Nuvem: https://antonioricardo.org/2013/09/18/cloud-computing/

Grande abraço!
Antonio Ricardo