Mantenha a “Memória Institucional” através da Colaboração na Web

Através da utilização do conceito de colaboração (na web 2.0) é possível manter a “memória institucional” de uma nova maneira. Tradicionalmente esta “memória institucional” era difundida e mantida através do contato direto de profissionais mais experientes com profissionais com menor experiência.

O que significam os termos Colaboração na Web e Memória Institucional?

Colaboração na Web (recapitulando): O termo colaboração na web, ou “Web collaboration” em inglês, refere-se a capacidade de compartilhar informações e conhecimentos de maneira organizada e gerenciada, através de regras e processos pré-definidos, em busca de um objetivo também pré-definido por uma entidade (Empresa, Pessoa, Grupo de Pessoas etc). Para que este(s) objetivo(s) sejam alcançados, são utilizados softwares próprios para este fim.

Memória Institucional: Conjunto de conhecimentos, experiências e partes da cultura de uma instituição mantidas por seus colaboradores, equipes etc. ao longo do tempo.

     Com a adoção de ferramentas de colaboração (web 2.0) este exercício de preservação da ideologia e memória institucionais das organizações passou a ser uma atividade não tão complexa, pois, utilizando-se de recursos como sites Wiki, Blogs entre outros, podemos compartilhar e armazenar ao longo do tempo – manter – informações relevantes para a cultura da empresa, que podem ser compostas, por exemplo, pela visão e missão, opiniões de seus fundadores / diretores, dentre inúmeros tipos de informações. Algo que, até poucos anos atrás era transmitido praticamente através apenas dos contatos pessoais / profissionais.

     Sendo assim… Pense no assunto… Renove sua forma de pensar… E de compartilhar seus conhecimentos!

Um abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves

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IDG Now: Redes sociais nas empresas, por Patricia Peck

Recomendo a leitura do artigo “Redes sociais nas empresas” publicado pela Dra. Patricia Peck no IDG Now.

Como advogada, tem uma visão muito interessante do ponto de vista legal da presença das empresas em redes sociais.

Sobre a autora:
A Dra. Patricia Peck Pinheiro é advogada especialista em Direito Digital, sócia fundadora da Patricia Peck Pinheiro Advogados, autora do livro “Direito Digital” 3ª. Edição e coautora do áudio livro “Direito Digital no dia-a-dia Tudo o que você deve ouvir sobre Direito Digital”, ambos publicados pela Editora Saraiva.

CIO – Redes sociais: como utilizar as ferramentas para gerenciar equipes

      Recomendo a leitura da matéria “Redes sociais: como utilizar as ferramentas para gerenciar equipes”, disponibilizada no site da revista eletrônica CIO.

     A matéria cita algumas atitudes bem interessantes com objetivos de aumentar a produtividade e reter talentos.

     Boa leitura!
     http://cio.uol.com.br/gestao/2010/01/07/redes-sociais-como-utilizar-as-ferramentas-para-gerenciar-equipes/

Um abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

Colaboração e Redes Sociais para indústria fonográfica

Que o mercado fonográfico mundial balançou após a era P2P não é novidade e o mau-humor deste mercado e dos músicos só vem aumentando com o passar dos meses, mas, por que não parar com tanta choradeira e tomar uma atitude? Virar o jogo, e voltar a garantir um bom faturamento para empresas e artistas, pode ser viável através de soluções baseadas em colaboração na web combinadas com redes sociais.

Imagine aquele seu artista ou banda favorita… Agora pense no seguinte: Um portal Web (ou uma App para dispositivos móveis) onde seja possível acessar a biografia, seguir seu artista (como no Twitter), ter acesso a agenda e todas as informações de turnês (vídeos, fotos, pôsteres etc.), participarem de comunidades relacionadas à banda entre várias outras possibilidades. Além de todos estes recursos – muita calma… Não esqueci o principal – você ter acesso a discografia, videografia, ensaios, shows exclusivos. Seria bem interessante, concorda???!!!

Então, estas idéias não fazem parte de ficção científica. Com o que temos hoje de recursos e soluções para criação de sites colaborativos e redes sociais, esta idéia é totalmente possível de ser colocada em prática.

E isto custaria muito caro? Com certeza não. Seria um ótimo negócio tanto para quem quer divulgar tanto quanto para quem quer ter acesso a este tipo de conteúdo, pois, neste modelo é possível liberar o conteúdo direcionado, por exemplo, por tipo de cadastro, ou seja, você poderia ter vários níveis de acessos onde os básicos seriam gratuitos e fossem evoluindo de acordo com valores pré-estabelecidos, até chegar a acessos Vips (Como ocorre num show onde você tem várias opções de acordo com seu bolso). Além disso, a estrutura pode crescer de acordo com as suas possibilidades. Você começa com uma estrutura enxuta, caso não possua recursos, e cresce de acordo com suas possibilidades. Este tipo de estrutura – de redes sociais e colaboração – é flexível para crescer ou diminuir de acordo com suas necessidades ou possibilidades. Para tal, é preciso trabalhar com uma boa equipe multidisciplinar para a criação e manutenção de seu produto.

É bem provável que uma solução como esta seja um bom caminho para diminuir a pirataria nas redes P2P – e através dos camelôs – e disponibilizar o trabalho dos artistas com preços mais viáveis do que os atuais preços de CDs e DVDs. Isto não signficaria acabar com a forma atual de reprodução em CDs e DVDs, pois, estamos bem longe disso ainda, mas, poderia ser uma maneira alternativa de retomar esse mercado.

Um grande abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves

O que é folksonomia?

Folksonomia

Muitos termos estão sendo agregados ao nosso vocabulário com a popularização da colaboração e das redes sociais. Nesta postagem disponibilizo uma descrição geral a respeito, segundo o Wikipedia.
Tenha calma… Parece um “palavrão”, algo complicado, mas o conceito é relativamente simples!

A folksonomia é uma maneira de indexar informações. Esta expressão foi cunhada por Thomas Vander Wal. É uma analogia à taxonomia, mas inclui o prefixo folks, palavra da língua inglesa que significa pessoas.

O ponto forte da folksonomia é sua construção a partir do linguajar natural da comunidade que a utiliza. Enquanto na taxonomia clássica primeiro são definidas as categorias do índice para depois encaixar as informações em uma delas (e em apenas uma), a folksonomia permite a cada usuário da informação a classificar com uma ou mais palavras-chaves, conhecidas como tags (em português, marcadores).

Por meio das tags, o usuário pode então recuperar as informações e compartilhá-las. Pode visualizar as tags de outros usuários, assim como identificar o grau de popularidade de cada Tag (metadata) no sistema, e acessar as informações relacionadas.

Apesar de descentralizar o controle sobre um site, o uso da folksonomia traz diversas vantagens em comparação à taxonomia. Em sites de produção colaborativa com grande volume de publicações inéditas, é inviável que cada conteúdo seja classificado pela administração. Manter um site desse tipo organizado seria inviável financeiramente devido à grande quantidade de tempo e pessoal necessário para o mesmo.
É importante também destacar que ao liberar a classificação de informação para o público, garante-se que o conteúdo será naturalmente relacionado a palavras que os usuários acreditam ter ligação com os mesmos. Não se corre o risco de que, por exemplo, o administrador do site, ao não conhecer bem um novo conteúdo publicado por um usuário, classifique-o de forma equivocada. Na folksonomia, quem classifica o conteúdo são as próprias pessoas interessadas no mesmo.

Outra vantagem é a rápida adaptação na navegação de um site colaborativo regido de forma folksonomica. No caso de um grande acontecimento relevante para a comunidade do site, naturalmente surgirão vários conteúdos relacionados ao acontecimento. Se a navegação do site é feita por tags (vide del.icio.us e Flickr), as tags ligadas a esse acontecimento ganharão destaque naturalmente, sem a necessidade de um administrador intervir na navegação do site para facilitar acesso a este conteúdo. Esta vantagem é de grande importância para uma mídia de demanda tão imediatistas como a Internet.

Um abraço!
Antonio Ricardo Gonçalves

Fique saudável e em forma com auxílio das redes sociais segmentadas

Para exemplificar a teoria e os conceitos discutidos no blog, hoje, quero compartilhar duas redes sociais segmentadas na área de saúde.

A primeira é a PatientsLikeMe, onde é possível que pacientes com doenças – crônicas ou não – podem trocar informações com outros pacientes na mesma situação e também com médicos que participam da rede. Esta rede conta atualmente com aproximadamente 45.000 associados.

Outro bom exemplo – principalmente para quem quer entrar em forma – é a rede SparkPeople, onde é possível ter acesso a um conteúdo vasto sobre vida saudável e prática de exercícios. Também há conteúdo voltado para alimentação, reeducação alimentar, dietas etc. Além desta rede a empresa conta com algumas outras bem segmentadas como é o caso da Babyfit, direcionada para grávidas que desejam também uma vida saudável.

Vale muito a pena passar por algumas destas redes para entender como é possível desenvolver conteúdos que agregam valor a marcas e também aos usuários deste tipo de rede segmentada.

Um abraço,
Antonio Ricardo Gonçalves